A Glintt Global e a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) anunciaram o reforço da sua colaboração estratégica no desenvolvimento do Medicina ULisboa – Campus Torres Vedras, um projeto que pretende afirmar-se como uma referência nacional na integração entre cuidados de saúde, ensino, investigação e inovação tecnológica. A iniciativa surge no âmbito da requalificação do antigo Hospital Dr. José Maria Antunes Júnior e reflete uma aposta conjunta na construção de um ecossistema dedicado à transformação do setor da saúde.
Um novo polo para saúde, ensino e investigação
O Medicina ULisboa – Campus Torres Vedras nasce com a ambição de criar um espaço capaz de reunir diferentes dimensões da saúde num único projeto. A iniciativa pretende combinar prática clínica, formação académica e investigação aplicada, promovendo uma abordagem colaborativa e multidisciplinar.
O novo Campus foi concebido para responder aos desafios atuais e futuros dos sistemas de saúde, criando condições para o desenvolvimento de novos modelos assistenciais, investigação científica e formação especializada.
Requalificar um espaço para construir o futuro
O projeto será desenvolvido a partir da requalificação do antigo Hospital Dr. José Maria Antunes Júnior, encerrado desde 2015, transformando-o num centro dedicado à inovação e à criação de conhecimento na área da saúde.
A infraestrutura deverá acolher diferentes valências, incluindo áreas dedicadas aos cuidados de saúde primários, saúde pública, investigação clínica, tecnologias da saúde e medicina humanitária, de emergência e catástrofe.
O objetivo passa por fomentar a colaboração entre profissionais de saúde, investigadores, docentes e especialistas em tecnologia, potenciando a criação de soluções com impacto direto na prestação de cuidados.
Saúde digital no centro da parceria
A participação da Glintt Global assume um papel relevante na concretização deste projeto, contribuindo com conhecimento, tecnologia e experiência no desenvolvimento de soluções digitais para a saúde.
Para João Eurico Fonseca, Diretor da FMUL, esta colaboração representa mais um passo na evolução do Campus Torres Vedras.
“Esta parceria representa mais um passo no desenvolvimento do Medicina ULisboa – Campus de Torres Vedras, permitindo o desenvolvimento de soluções de saúde digital com repercussão direta nos cuidados de saúde, no ensino e na investigação.”
Aproximar tecnologia, academia e prática clínica
Também Eduardo Antunes, Presidente da Comissão Executiva da Glintt Global, destaca a importância estratégica desta iniciativa para o futuro do setor.
“Com esta parceria, a Glintt Global reforça o seu compromisso com a transformação digital da saúde, contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras, testadas em contexto académico e com impacto direto na qualidade dos cuidados prestados.”
O responsável acrescenta ainda que a colaboração entre as duas instituições reforça a ligação entre tecnologia, conhecimento académico e prática clínica.
“Esta iniciativa integra-se na nossa estratégia de colaboração com instituições de referência, promovendo a ligação entre tecnologia, conhecimento académico e prática clínica, e contribuindo para um ecossistema de saúde mais sustentável, eficiente e centrado no doente.”
Um projeto orientado para a inovação
A parceria entre a FMUL e a Glintt Global abrangerá diversas áreas de atuação, incluindo o desenvolvimento conjunto de soluções clínicas, a utilização de tecnologias de simulação para fins pedagógicos, a promoção de programas de formação especializada e iniciativas académicas.
A colaboração prevê igualmente a identificação de oportunidades de financiamento para projetos de investigação e inovação, bem como a validação científica de soluções tecnológicas com aplicação no setor da saúde.
Com esta iniciativa, as duas entidades procuram acelerar a inovação, fortalecer a formação de profissionais de saúde e criar novas oportunidades para o desenvolvimento de soluções que contribuam para uma prestação de cuidados mais eficiente, sustentável e centrada nas necessidades dos cidadãos.
Fonte: Jornal Económico


